Em calorosos versos naufrago no mar intimo deste meu corpo, rapidamente percorro as silhueta feminina de suas formas perfeitas.
Navego transeunte as perpetuas correntes da paixão, a porção mulher invade meus abraços como melodia doce, um contato de seda, harmonicamente em nossos corpos.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Solidão
Vou mandar a solidão embora, agora tenho você em meus braços e no calor de seus abraços vou me prauzir em seu beijo, no apce de seu desejo vou me sentir melhor neste instante viril, onde o silencio diz tudo, os movimentos pulsam em compassos freneticos o nosso amor, na cama arde em febre os nossos corpos suados.
Juntos, amantes, coniventes no extase de nossas fantasias
Juntos, amantes, coniventes no extase de nossas fantasias
sábado, 8 de novembro de 2008
QUE ESSA CONFRARIA DE ALMAS SE AGIGANTE POR TODO O CONTINENTE
A COISA MAIS LINDA DO MUNDO
FOI ESTAR ALI COM AQUELAS PESSOAS...
COMENTEI COM TICO "ELAS ESTÃO TOMANDO UMA ATITUDE",
TICO RESPONDEU "ESTÃO PEGANDO NO TRANCO"
QUEM APANHA UM DIA ACABA REAGINDO...
MEU SONORO CORAÇÃO ME DIZ QUE VEVEMOS ALI NAS ESCADARIAS,
NA CINELÂNDIA UM MOMENTO HISTÓRICO,
UMA NOVA CIVILIZAÇÃO NASCE, AFLORA,
DAS ENTRANHAS DESSAS NOVÍSSIMAS CRIATURAS
É A VOLTA DOS TAMBORES DE GUERRA E PAZ,
E AQUELES JOVENS QUE UM DIA CHAMEI DE FILHOS DA MORTE BURRA
LEVANTAM-SE, FORTES COMO A MAIS FORTE DAS ÁRVORES,
COMO O MAIS VELOZ DOS PÁSSAROS
FLORES E LABAREDAS ESCORREM POR SEUS CORPOS, ESPÍRITOS E VOZES.
NÃO ESQUEÇAMOS NUNCA OS MESTRES,
OS ANCESTRAIS QUE PREPARAM A HISTÓRIA E AS PEDRAS DESSES NOVOS PASSOS
QUE ESSA CONFRARIA DE ALMAS SE AGIGANTE POR TODO O CONTINENTE
EDU PLANCHÊZ
A COISA MAIS LINDA DO MUNDO
FOI ESTAR ALI COM AQUELAS PESSOAS...
COMENTEI COM TICO "ELAS ESTÃO TOMANDO UMA ATITUDE",
TICO RESPONDEU "ESTÃO PEGANDO NO TRANCO"
QUEM APANHA UM DIA ACABA REAGINDO...
MEU SONORO CORAÇÃO ME DIZ QUE VEVEMOS ALI NAS ESCADARIAS,
NA CINELÂNDIA UM MOMENTO HISTÓRICO,
UMA NOVA CIVILIZAÇÃO NASCE, AFLORA,
DAS ENTRANHAS DESSAS NOVÍSSIMAS CRIATURAS
É A VOLTA DOS TAMBORES DE GUERRA E PAZ,
E AQUELES JOVENS QUE UM DIA CHAMEI DE FILHOS DA MORTE BURRA
LEVANTAM-SE, FORTES COMO A MAIS FORTE DAS ÁRVORES,
COMO O MAIS VELOZ DOS PÁSSAROS
FLORES E LABAREDAS ESCORREM POR SEUS CORPOS, ESPÍRITOS E VOZES.
NÃO ESQUEÇAMOS NUNCA OS MESTRES,
OS ANCESTRAIS QUE PREPARAM A HISTÓRIA E AS PEDRAS DESSES NOVOS PASSOS
QUE ESSA CONFRARIA DE ALMAS SE AGIGANTE POR TODO O CONTINENTE
EDU PLANCHÊZ
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Retrato distante
Bela ninfa mulher, mil talheres, uma dúzia de dedos, a imaginação e o desejo em intenção, o que nos basta é esta boca vermelha esperando prazer
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
A lenda
Nossa historia começa no subúrbio do Rio de janeiro, lugar de gente pobre, de muitas crianças, aprendizes do sonho.
Na descida do morro, rostos angelicais, a maioria é de crianças negras, cuja em face à vida lhes oferece pouca coisa, já no asfalto lá vão os meninos com os pés descalços, que não sabem onde fica o próximo presépio, só conhecem as arvores iluminadas pela luz que pisca na volta de seus afazeres.
O cansaço carregando o isopor de picolé e no bolso alguns trocados, mas nem lembram que é véspera de natal, mais pelo caminho ouvem musicas natalinas.
Nas vitrines os brinquedos refletem o desejo no fundo dos olhos, mas para esses meninos, a volta para casa é o refugio feliz, mesmo que lá lhes espere o quarto de miséria, onde vivem a mãe e os irmãos.
Na verdade não se tem tempo para nada, à vida é corrida demais, o estômago dos irmãos menores não pode esperar, talvez no ano que vem, agora é preciso descansar para o outro dia.
Os meninos de cansaço vão dormir, amanhã é um novo dia.
O pai está na prisão, resta pensar que eles são meninos, mas tem que encarar a vida mais cedo.
Na entrada da favela soldados do trafico aliciam os menores com as ofertas do dia, maconha de cinco, cocaína de dez, o circo está sempre armado como uma ratoeira, escolhendo sua vitima sem rosto, que dos dez anos de idade não chegam aos vinte cinco.
O bom velhinho está no caminho da roça, ajudando de longe um espirito de natal que anda distante daquelas paradas, não adianta choro quem ninguém vai escutar, nada vai resolver, quem sabe Deus!
Nesse lugar mora um menino, chamado João, que foge da mentira, não tem medo de ser feliz, encara de verdade os obstáculos, tem orgulho de ser da favela, bate no peito e diz que é preto e pobre, mas um dia vai ser alguém.
João por onde passa abre um sorriso cativante, as pessoas são apenas pessoas, João é um menino comum, tem quatorze anos e caminha para os surtos que a cidade traz, mas não se importa com os espinhos cravados na carne, sabe que tem que fazer o melhor, matar um leão por dia, ser sempre valente, mesmo que tenha que chorar no banheiro em prantos calados.
Todo o dia é dia de viver, dá um passo de cada vez é possível, mesmo que o horizonte se mantenha distante.
As noites são estreladas, os olhos brilhantes de João procuram a estrela guia, milhões de galáxias a percorrer, mas seus pés estão pregados no chão, sem duvida, João não se esquece que existe algo muito maior, mas assim mesmo tem pressa para ir rumo a vida.
A felicidade não fica muito longe, alias fica a duas quadras do coração.
O fato de ser adolescente não impede de mantê-lo na direção do sonho, o tempo vai descobrindo João, João nasceu no dia 25 de dezembro, um bem aventurado, a meia noite nascia João de Jesus, muito esperado, em sua manjedoura era menino comum.
Mas desde suas primeiras horas de vida, havia um certo brilho nos olhos de João.
O pai disse vai se chamar João, a mãe relutou, pois sabia que daquele dia em diante seria difícil para todos, afinal de contas era mais um João para comer.
João foi crescendo e vendo todo sacrifício que a família fazia, para custear o leite, sua mãe tinha que fazer faxinas.
João é uma criança feliz, com liberdade dá os primeiros passos pela comunidade sem medo, mas atrai a curiosidade de todos, pois João tem olhos azuis e é preto como um tição, os vizinhos falam que é
um anjo disfarçado de menino.
Sem duvida, pode até ser que seja algum tipo de milagre, pois desde que João chegou à favela não parou de acontecer coisas estranhas.
Certo dia, João brincava em frente à casa de dona Sônia, que não podia engravidar por problemas de saúde que tinha.
Dona Sônia fixou os olhos em João e desejou que ele fosse seu filho, meses depois, dona Sônia engravidou.
Todos dizem que João é um santo de Deus, menino exemplar, que não mede esforços para ajudar as pessoas.
João é a lenda viva que pode ser tocada, existe uma certa magia, uma concepção silenciosa, que apenas é.
João é um ser especial que transforma o mito em fé, os olhos azuis de João serão um céu de favores, tudo leva a crer, que tudo fica mais fácil se entregarmos à alma a este prodígio santo, pois nunca é coincidência quando falamos de fatos, fatos estes, que buscam celebrar a vida em excelência.
Um dia das janelas dos barracos o anjo João personificado na figura do Pai baterá asas e levará consigo um saco de milagres, cheios de misericórdia e derramará sobre o sofrimento daqueles que pedem em silencio.
Marcelo Planchez.
Nossa historia começa no subúrbio do Rio de janeiro, lugar de gente pobre, de muitas crianças, aprendizes do sonho.
Na descida do morro, rostos angelicais, a maioria é de crianças negras, cuja em face à vida lhes oferece pouca coisa, já no asfalto lá vão os meninos com os pés descalços, que não sabem onde fica o próximo presépio, só conhecem as arvores iluminadas pela luz que pisca na volta de seus afazeres.
O cansaço carregando o isopor de picolé e no bolso alguns trocados, mas nem lembram que é véspera de natal, mais pelo caminho ouvem musicas natalinas.
Nas vitrines os brinquedos refletem o desejo no fundo dos olhos, mas para esses meninos, a volta para casa é o refugio feliz, mesmo que lá lhes espere o quarto de miséria, onde vivem a mãe e os irmãos.
Na verdade não se tem tempo para nada, à vida é corrida demais, o estômago dos irmãos menores não pode esperar, talvez no ano que vem, agora é preciso descansar para o outro dia.
Os meninos de cansaço vão dormir, amanhã é um novo dia.
O pai está na prisão, resta pensar que eles são meninos, mas tem que encarar a vida mais cedo.
Na entrada da favela soldados do trafico aliciam os menores com as ofertas do dia, maconha de cinco, cocaína de dez, o circo está sempre armado como uma ratoeira, escolhendo sua vitima sem rosto, que dos dez anos de idade não chegam aos vinte cinco.
O bom velhinho está no caminho da roça, ajudando de longe um espirito de natal que anda distante daquelas paradas, não adianta choro quem ninguém vai escutar, nada vai resolver, quem sabe Deus!
Nesse lugar mora um menino, chamado João, que foge da mentira, não tem medo de ser feliz, encara de verdade os obstáculos, tem orgulho de ser da favela, bate no peito e diz que é preto e pobre, mas um dia vai ser alguém.
João por onde passa abre um sorriso cativante, as pessoas são apenas pessoas, João é um menino comum, tem quatorze anos e caminha para os surtos que a cidade traz, mas não se importa com os espinhos cravados na carne, sabe que tem que fazer o melhor, matar um leão por dia, ser sempre valente, mesmo que tenha que chorar no banheiro em prantos calados.
Todo o dia é dia de viver, dá um passo de cada vez é possível, mesmo que o horizonte se mantenha distante.
As noites são estreladas, os olhos brilhantes de João procuram a estrela guia, milhões de galáxias a percorrer, mas seus pés estão pregados no chão, sem duvida, João não se esquece que existe algo muito maior, mas assim mesmo tem pressa para ir rumo a vida.
A felicidade não fica muito longe, alias fica a duas quadras do coração.
O fato de ser adolescente não impede de mantê-lo na direção do sonho, o tempo vai descobrindo João, João nasceu no dia 25 de dezembro, um bem aventurado, a meia noite nascia João de Jesus, muito esperado, em sua manjedoura era menino comum.
Mas desde suas primeiras horas de vida, havia um certo brilho nos olhos de João.
O pai disse vai se chamar João, a mãe relutou, pois sabia que daquele dia em diante seria difícil para todos, afinal de contas era mais um João para comer.
João foi crescendo e vendo todo sacrifício que a família fazia, para custear o leite, sua mãe tinha que fazer faxinas.
João é uma criança feliz, com liberdade dá os primeiros passos pela comunidade sem medo, mas atrai a curiosidade de todos, pois João tem olhos azuis e é preto como um tição, os vizinhos falam que é
um anjo disfarçado de menino.
Sem duvida, pode até ser que seja algum tipo de milagre, pois desde que João chegou à favela não parou de acontecer coisas estranhas.
Certo dia, João brincava em frente à casa de dona Sônia, que não podia engravidar por problemas de saúde que tinha.
Dona Sônia fixou os olhos em João e desejou que ele fosse seu filho, meses depois, dona Sônia engravidou.
Todos dizem que João é um santo de Deus, menino exemplar, que não mede esforços para ajudar as pessoas.
João é a lenda viva que pode ser tocada, existe uma certa magia, uma concepção silenciosa, que apenas é.
João é um ser especial que transforma o mito em fé, os olhos azuis de João serão um céu de favores, tudo leva a crer, que tudo fica mais fácil se entregarmos à alma a este prodígio santo, pois nunca é coincidência quando falamos de fatos, fatos estes, que buscam celebrar a vida em excelência.
Um dia das janelas dos barracos o anjo João personificado na figura do Pai baterá asas e levará consigo um saco de milagres, cheios de misericórdia e derramará sobre o sofrimento daqueles que pedem em silencio.
Marcelo Planchez.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Materia publicada no valeparaibano
Vale Viver
Capa
Prosa & Verso digitais
Realizado pelo ADC/CTA, CD poético 'República das Letras' conta com participações de 16 poetas de São José
São José dos Campos
Um CD para imortalizar a obra de alguns poetas de São José dos Campos e essa idéia já está sendo colocada em prática. Amanhã tem início a gravação do CD poético 'República das Letras', idealizado pelo poeta Marcelo Planchez com realização da ADC/CTA e apoio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.
Segundo o poeta e idealizador do projeto, Marcelo Planchez, no Vale do Paraíba, nos anos 80 e 90, os poetas sempre estiveram nas praças públicas e nos salões sociais declamando suas poesias. "Para que as futuras gerações comunguem de boa poesia e que o Brasil e o mundo saibam que em São José, existem pessoas que defendem a palavra, é que queriamos gravar o CD."
De acordo com Planchez, ele apresentou o projeto para a ADC/CTA e eles decidiram apoiar, mas não tinham um estúdio para gravação. "Foi quando pensamos na Fundação Cultural e conseguimos os horários para gravação."
A escolha dos poetas que participarão do projeto teve uma única exigência -- que fossem de São José. "Escolhemos 16 poetas e cada um deles gravará dois poemas de sua própria autoria," afirmou Planchez.
Segundo o idealizador, o CD será composto de poemas musicados. "A idéia é distribuí-lo gratuitamente, pois a proposta não é comercial. Queremos fazer inicialmente 200 cópias com encarte e capa com acabamento."
Para Planchez, a gravação do CD é a realização de um sonho dele e de toda uma classe de poetas. "Teremos nosso poema eternizado."
Para o dramaturgo e também poeta, Franklin M., o trabalho de gravação do CD com poemas é muito interessante. "Acredito que é uma maneira de valorizar o trabalho e veicular obras de muita gente boa, que geralmente não tem como publicá-las."
Segundo Franklin, o trabalho também visa resgatar a popularização da poesia. "É uma maneira do escritor ter contato direto com o leitor e vice-versa."
Para participar do CD, o poeta escolheu poesias que possuem uma linguagem direta. "As minhas poesias são como um diálogo direto com o leitor e falam da auto-valorização."
Franklin afirmou que espera que o trabalho possa chegar às mãos do maior número de pessoas possíveis. "Esse CD vai levar um pouco da gente."
Para o poeta Joca Faria, o CD é um desafio artístico e mostra o trabalho de uma geração. "Não é só um registro, na verdade, o trabalho precisa também agradar o público."
Sua escolha para o projeto não está definida. "Gravarei um texto político que escrevi no início dos anos 90 e o outro não ainda não decidi."
Participam ainda do trabalho Celso Avelar, Carlos Cândia, Daniela Penelluppi, Edu Planchez, Mirtes Mazzieiro, Marlene de Sá, Marcus Flexa e Gabriel, José Moraes, Ricardo Balieiro, Zé Omar de Carvalho, Almirez Bispo, Edu Pane e Wallace Puosso. O CD deverá ser lançado no início de 2004.
Cláudio Capucho
Capa
Prosa & Verso digitais
Realizado pelo ADC/CTA, CD poético 'República das Letras' conta com participações de 16 poetas de São José
São José dos Campos
Um CD para imortalizar a obra de alguns poetas de São José dos Campos e essa idéia já está sendo colocada em prática. Amanhã tem início a gravação do CD poético 'República das Letras', idealizado pelo poeta Marcelo Planchez com realização da ADC/CTA e apoio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.
Segundo o poeta e idealizador do projeto, Marcelo Planchez, no Vale do Paraíba, nos anos 80 e 90, os poetas sempre estiveram nas praças públicas e nos salões sociais declamando suas poesias. "Para que as futuras gerações comunguem de boa poesia e que o Brasil e o mundo saibam que em São José, existem pessoas que defendem a palavra, é que queriamos gravar o CD."
De acordo com Planchez, ele apresentou o projeto para a ADC/CTA e eles decidiram apoiar, mas não tinham um estúdio para gravação. "Foi quando pensamos na Fundação Cultural e conseguimos os horários para gravação."
A escolha dos poetas que participarão do projeto teve uma única exigência -- que fossem de São José. "Escolhemos 16 poetas e cada um deles gravará dois poemas de sua própria autoria," afirmou Planchez.
Segundo o idealizador, o CD será composto de poemas musicados. "A idéia é distribuí-lo gratuitamente, pois a proposta não é comercial. Queremos fazer inicialmente 200 cópias com encarte e capa com acabamento."
Para Planchez, a gravação do CD é a realização de um sonho dele e de toda uma classe de poetas. "Teremos nosso poema eternizado."
Para o dramaturgo e também poeta, Franklin M., o trabalho de gravação do CD com poemas é muito interessante. "Acredito que é uma maneira de valorizar o trabalho e veicular obras de muita gente boa, que geralmente não tem como publicá-las."
Segundo Franklin, o trabalho também visa resgatar a popularização da poesia. "É uma maneira do escritor ter contato direto com o leitor e vice-versa."
Para participar do CD, o poeta escolheu poesias que possuem uma linguagem direta. "As minhas poesias são como um diálogo direto com o leitor e falam da auto-valorização."
Franklin afirmou que espera que o trabalho possa chegar às mãos do maior número de pessoas possíveis. "Esse CD vai levar um pouco da gente."
Para o poeta Joca Faria, o CD é um desafio artístico e mostra o trabalho de uma geração. "Não é só um registro, na verdade, o trabalho precisa também agradar o público."
Sua escolha para o projeto não está definida. "Gravarei um texto político que escrevi no início dos anos 90 e o outro não ainda não decidi."
Participam ainda do trabalho Celso Avelar, Carlos Cândia, Daniela Penelluppi, Edu Planchez, Mirtes Mazzieiro, Marlene de Sá, Marcus Flexa e Gabriel, José Moraes, Ricardo Balieiro, Zé Omar de Carvalho, Almirez Bispo, Edu Pane e Wallace Puosso. O CD deverá ser lançado no início de 2004.
Cláudio Capucho
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