A tua face desenhada nas estrelas me convida noite adentro a rabiscar no céu segredos meus e seus com voz em murmúrios codificados, um segredo de desejos solitários de lembranças de nossos corpos navegando sua nave feminina.
BLOGER DO PLANCHEZ
sexta-feira, 24 de junho de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A plácida face anônima de um morto.
A plácida face anônima de um morto.
Assim os antigos marinheiros portugueses,
Que temeram, seguindo contudo, o mar grande do Fim,
Viram, afinal, não monstros nem grandes abismos,
Mas praias maravilhosas e estrelas por ver ainda.
O que é que os taipais do mundo escondem nas montras de Deus?
A plácida face anônima de um morto.
Assim os antigos marinheiros portugueses,
Que temeram, seguindo contudo, o mar grande do Fim,
Viram, afinal, não monstros nem grandes abismos,
Mas praias maravilhosas e estrelas por ver ainda.
O que é que os taipais do mundo escondem nas montras de Deus?
A POESIA ERÓTICA DE DRUMMOND
Amor – pois que é palavra essencial
comece esta canção e toda a envolva.
Amor guie o meu verso, e enquanto o guia,
reúna alma e desejo, membro e vulva.
Quem ousará dizer que ele é só alma?
Quem não sente no corpo a alma expandir-se
até desabrochar em puro grito
de orgasmo, num instante de infinito?
O corpo noutro corpo entrelaçado,
fundido, dissolvido, volta à origem
dos seres, que Platão viu completados:
é um, perfeito em dois; são dois em um.
Integração na cama ou já no cosmo?
Onde termina o quarto e chega aos astros?
Que força em nossos flancos nos transporta
a essa extrema região, etérea, eterna?
Ao delicioso toque do clitóris,
já tudo se transforma, num relâmpago.
Em pequenino ponto desse corpo,
a fonte, o fogo, o mel se concentraram.
Vai a penetração rompendo nuvens
e devassando sóis tão fulgurantes
que nunca a vista humana os suportara,
mas, varado de luz, o coito segue.
Amor – pois que é palavra essencial
comece esta canção e toda a envolva.
Amor guie o meu verso, e enquanto o guia,
reúna alma e desejo, membro e vulva.
Quem ousará dizer que ele é só alma?
Quem não sente no corpo a alma expandir-se
até desabrochar em puro grito
de orgasmo, num instante de infinito?
O corpo noutro corpo entrelaçado,
fundido, dissolvido, volta à origem
dos seres, que Platão viu completados:
é um, perfeito em dois; são dois em um.
Integração na cama ou já no cosmo?
Onde termina o quarto e chega aos astros?
Que força em nossos flancos nos transporta
a essa extrema região, etérea, eterna?
Ao delicioso toque do clitóris,
já tudo se transforma, num relâmpago.
Em pequenino ponto desse corpo,
a fonte, o fogo, o mel se concentraram.
Vai a penetração rompendo nuvens
e devassando sóis tão fulgurantes
que nunca a vista humana os suportara,
mas, varado de luz, o coito segue.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Moedas podres em testamento
O silencio diz tudo, a vida diz nada, a lingua articula a gula e a fome do sujeito.
A mulher amada por mim agora está seputultada, as lembranças no porta retrato fazem parte desta divina comédia,seus carinhos e o tempo de menicice vagam na mente a todo instante em vulto santo.
As lagrimas ficaram para traz no recanto da quadra 5 sepulcro 284,onde repousa a grande guereira mulher.
O tempo inconcluso dislacera um testamento vivo de moedas podres,o não pagavel.
A solidão sem filhos caminha contente sem coração rumo a eutanazia de sentimentos.
Feliz e infelizmente, as flores tristes enfeitam os jardins de nossa casa, enfim será o fim de todos nós, mas a que proposito ?, não existe uma palavra mágica,nem formula alguma para o acaso consumado sem amor.
A mulher amada por mim agora está seputultada, as lembranças no porta retrato fazem parte desta divina comédia,seus carinhos e o tempo de menicice vagam na mente a todo instante em vulto santo.
As lagrimas ficaram para traz no recanto da quadra 5 sepulcro 284,onde repousa a grande guereira mulher.
O tempo inconcluso dislacera um testamento vivo de moedas podres,o não pagavel.
A solidão sem filhos caminha contente sem coração rumo a eutanazia de sentimentos.
Feliz e infelizmente, as flores tristes enfeitam os jardins de nossa casa, enfim será o fim de todos nós, mas a que proposito ?, não existe uma palavra mágica,nem formula alguma para o acaso consumado sem amor.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Stella estrela azulada em minha janela
A noite passada te vi bela no quadrante de minha janela, uma luz murmurava no silencio uma sensação de partida, uma viagem para canções eternas, a voz ecoava por toda a galaxia, era Stella estrela cantante de cascura, que por duras pena deixou a cena, desceu do palco, sucumbiu para alto neste imenso universo de paixão.
O colorido de suas pontas iluminadas de um azul celeste, agora brilha nos braços da liberdade, caminha pelo chão de estrelas, uma dalva Stella estrela no infinito cosmo.
O colorido de suas pontas iluminadas de um azul celeste, agora brilha nos braços da liberdade, caminha pelo chão de estrelas, uma dalva Stella estrela no infinito cosmo.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
EXISTE VIDA DENTRO DE TI
Cresce uma vida em seu ventre, pulsando cada dia em batidas cadenciadas, respirando, vivendo, respirando o fôlego de vida seu, esperando o raiar daquele dia que será mais feliz, que a vida virá para fora pulsando, sorrindo em braços de mãe
sábado, 31 de julho de 2010
Olhos de mar
Azul cor de estrela
olhos azuis cor do mar
o sol acesso no mar do olhar
A infinitude no alto mar do coração
Olhos de mar, conchas no olhar, ondas de lagrimas vem e vão
olhos azuis cor do mar
o sol acesso no mar do olhar
A infinitude no alto mar do coração
Olhos de mar, conchas no olhar, ondas de lagrimas vem e vão
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