quarta-feira, 30 de abril de 2008

Ao Scilas Domingues Pereira

Sentinela do sol

O sol há de vir no retrato lilás, sorrindo em raios, sempre virá a favor do vento
O céu é o infinito azul, todo moldurado em nuvens, todo costurado em cores vividas na expressão do criador.
A manhã de hoje vem com a tez reunindo fragmentos que a noite esqueceu, o cosmo abraça o mistério da criação.
Na janela da imensidão o sol vigia sem palavras, o tempo sozinho debruça no vazio o crepúsculo .
A alma degusta em silencio todo o fio de esperança nas espectativas dos adventos do senhor.

Marcelo Planchez

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